14 de dezembro de 2010

O que é Arte Contemporânea?


O que é arte contemporânea é aquela em que não tem definição ou não necessariamente “precisa” de uma.. outra maneira, mais “politicamente correta”...ela tem tantas definições,dependendo do autor/estudioso, que não existe um consenso para colocá-la num conceito rígido e categorizá-la na história da arte ainda.
Mas nós podemos pensar também que ela é tudo que não é definido como as teorias que sustentam as belas artes ou até mesmo ela pode incorporar essas teorias no seu discurso, já que ela apresentou, num primeiro momento, como vanguarda e consequentemente, ruptura.
Uma grande questão que é levantada por alguns curadores, alguns não se importam tanto assim, como conseguir ter critérios para criticá-la e avaliá-la? isso vai depender de vários fatores e cada um curador vai se empenhar em ter mais ou menos critérios, ou até não ter critério nenhum e isso acaba nessas discussões intermináveis sobre o que é arte ou não.
De qualquer maneira um curador/instituição pode legitimar qualquer coisa/ação que seria incorporada a arte,como no caso do “picho/pixo”,recentemente (apesar do grafitti já ser uma forma de aceitação..) e o curador pode também interferir na obra.
O que avaliamos hoje é mais o discurso que o circuito de arte tem (curador,estudiosos, instituições, academia, livros de arte etc) sobre determinado artista/obra de arte do que,às vezes,a própria materialidade da obra. Mais o que é Importante é começarmos a tentar mudar essa realidade e acho que deveríamos começar, de um modo geral, com a formação do professor na universidade e depois tentar mudar isso nas escolas e aumentando o seu raio de ação para outros meios/mídias/instituições, para que o publico tenha alguma chance de incorporar a arte atual de alguma maneira na sua vida.

5 de dezembro de 2010

Instalação [experimental]


"O propósito é levar as pessoas areflexões sobre as relações humanas, a perda do contato
humano nos centros dascidades, provocando assim a invisibilidade social. No dia-a-dia
nos deparamoscom centenas de pessoas e muitas delas são imperceptíveis, ignoradas,
por diversos fatores contemporâneos como a pressa, diferenças de status, racial, sexual,
etária, entre outras. Um exemplo expressivo disso é quando um mendigo é ignorado de tal
forma que passa a ser apenas mais um objeto na paisagem urbana".
"The purpose is to get people reflection on human relationships, loss of contact
human dascidades centers, thus causing social invisibility. In day-to-day
deparamoscom in hundreds of people and many of them are imperceptible, ignored,
contemporaries by several factors such as haste, status differences, racial, sexual,
group, among others. A significant example of this is when a beggar is ignored such
so that becomes just another object in the urban landscape. "

Invisibilidade Social
este o nome da minha instalação em conjunto com outros colegas artistas da faculdade. A ser realizado 10.12.10 | sexta-feira | a partir das 19h | térrio PAF III.

Será que devemos colocar óculos em toda sociedade para enxergar?

1 de dezembro de 2010

Ensaio Fotografico


"Baphão", ensaio do fotógrafo Faáh leal, é destaque em uma mostra de artes, no Pavilhão de Aulas de Ondina, na Ufba . A exposição estará em cartaz no dia 10 de dezembro no PAO 5. Essa mostra é voltada para apresentações artisticas dos alunos da Universidade, privilegiando diversos trabalhos elaborados durante o semestre com a temática GLs, performances das Divas do Pop, possibilitando revelar talentos. O Ensaio explora o lado masculino. Meninos usando roupas apertadas, desenhando cinturas, valorizando pernas, tudo isso sob o salto, 15 de preferência. Por isso a idéia de um Título a Altura: BAPHÃO!

30 de setembro de 2010

Ataques de pichadores reacendem debate na Bienal de SP


-"Todo 'pixo' é feito de forma ilegal, todo mundo se arrisca e por isso tem respeito", disse Djan Ivson, autor da ação. "Mas a gente não tem nada a ver com esses artistas, não tem relevância nenhuma o trabalho deles. Para nós, é indiferente rabiscar a obra."
-"São códigos diferentes, na rua eles estão entre eles e o respeito é mútuo ali", diz Dos Anjos. "Mas é essa diferença de regras que a gente está testando nessa Bienal, a gente assume o conflito."
-"Manifestações extremas desse tipo carregam a cor social do que está ocorrendo, a gente não está num país certinho", afirma. "Quem se alça a outros espaços é visto como um cara que diverge da comunidade, que saiu da turma, é uma briga de classes."
-"Não faço arte para ganhar dinheiro", diz Kboco. "Já comprei briga com a elite."
-"Não é possível fazer uma generalização, nem acho que isso tem a ver com a origem dele", afirma Ramos. "A classe alta também pode atacar."
-Cildo Meireles, outro artista da Bienal, defendeu a atitude dos curadores, mas criticou os ataques. "Não compreenderam o espírito da coisa", diz o artista. "Isso é uma raiva mal resolvida, um ato de desespero que não podemos confundir com arte."
-....Lenora de Barros no Maria Antonia....Mas no caso da Bienal, ela diz não ver "nenhuma intenção artística".
-"Eles vivem da transgressão", diz. "Mas ao mesmo tempo a situação acaba gerando figuras isoladas, que não respondem pelo grupo."
-"Não acho que foi vacilo a Bienal ter chamado pichadores", opina a artista Adriana Varejão. "Mas a Bienal está virando uma plataforma de heróis da pichação, algo meio marqueiteiro. Estão querendo virar celebridade." O que é curioso é esse contraste entre um discurso do passado que se faz presente na voz dos pichadores (o discurso de transgressão e o da luta de classes) e o discurso da arte atual (o discurso da inscrição e da “mediatização”das classes (classe média+midia). Esses discursos não conseguem transpor a barreira do choque imediato pois não conseguem incomodar nem o que seria uma transgressão a um sistema que tudo engloba e nem uma inscrição numa obra que nada incorpora (pois tem conceitos múltiplos e efêmeros)...A luta de classes fica sendo sempre vencer “um inimigo que está em toda parte mas também em lugar nenhum”e a mediatização acaba colocando “todos como amigos em comum e desconhecidos intimos falando diálogos em torre de babel levando sempre para um acordo comum em respeitar as diferenças desde de que cada um fique no seu quintal"...

29 de setembro de 2010

Arte Conceitual


Hoje eu cito uma passagem do livro "Arte Conceitual" de Paul Wood, que diz, ela elimina o objeto, sendo um divisor: conceito com a idéia. A partir destes estudos sobre o assunto eu vou desenvolver meu trabalho partindo como inspiração a minha vida e criar de uma forma subjetiva a minha arte.

Today I quote a passage from the book "Conceptual Art" by Paul Wood, who says, it removes the object, being a divider: the concept with the idea. From these studies on the subject I'm starting to develop my work as an inspiration to my life and create a subjective form of my art.




Por: Menezes


23 de setembro de 2010

9 de setembro de 2010

Criações do Tempo?

Dialogando com o artigo: ARTE E MÍDIA: APROXIMAÇÕES E DISTINÇÕES, muito interessante do Prof° Arlindo Machado da PUC-SP e ECA/USP onde ele fala que em sua acepção própia, a artemídia é algo mais que a mera utilização de câmeras, computadores e sintetizadores na produção de arte, ou simples inserção de arte em circuitos massivos como a televisão e a internet. A questão mais complexa é saber de que maneira podem se combinar, se contaminar e se distinguir arte mídia, instituições tão diferentes do ponto de vista das suas respectivas histórias, sujeitos ou protagonistas e da inserção social de cada uma.


A arte sempre foi produzida com os meios de seu tempo.


Resultado deste dialogo com o artigo, minhas obras:


Dialoguing with the article: ART AND MEDIA: APPROACHES AND HONORS, very interesting ° Prof. Arlindo Machado da PUC-SP and ECA / USP where he talks in that its meaning has proposed, media art is something more than the mere use of cameras, computers and synthesizers in the production of art or simple insertion of art into mass channels like television and the internet. A more complex issue is to know how they can be combined, free of contamination and to distinguish art media, as different institutions from the standpoint of their respective histories, subjects or actors and social integration of each one.

Art has always been produced with the media of his time.

Result of this dialogue to the article, my works:



Vida

Real



Dolar
Por: Menezes
Por:Menezes
Por:Menezes

Por: Menezes

Por: Menezes
Por:Menezes

Por: Menezes

Por: Menezes
Por: Menezes

2 de setembro de 2010

Experimentação!

Criações do tempo!



Por: Menezes
Reprodução feita em Computador da pintura matriz feita em Disco"vinil"

By: Menezes
Reproduction of painting done on Computer Disk Array made "vinyl"


Se toda arte é feita com meios de seu tempo, as artes eletrônicas ou melhor a arte contemporânea que eu considero muito isso representam a expressão mais avançada da criação atual e aquela que melhor exprime sensibilidades e saberes do homem da virada do terceiro milênio.

If all art is done with media of his time, or rather the electronic arts contemporary art that I feel strongly about it represent the most advanced expression of the present creation and the one that best expresses the sensitivities and knowledge of the man at the turn of the third millennium.

Por:Menezes
Reprodução feita em Computador da pintura matriz feita em Disco"vinil"

22 de agosto de 2010

O que é Cultura?


Há muitas definições de cultura, mas gosto de falar de uma em especial: a cultura efetua uma transformação na vida das pessoas no sentido de ampliar seu leque de escolhas e, assim, de aumentar sua liberdade. Isso significa que não há uma substância chamada “cultura” e portanto o que é cultura para uma pessoa, pode não o ser para outra. O importante, então, é que também não há uma acumulação de cultura, pela qual alguém se torna dono dela, ou seja, possui “mais” cultura do que outro indivíduo. A cultura abre a porta de imaginários que, por sua vez, constroem novas vidas. O menino confinado entre vacas e cavalos que se descobre homossexual, o favelado que percebe seu dom para a música, estão abrindo novos rumos para si mesmos.

There are many definitions of culture, but like to talk about one in particular: the culture effects a transformation in people's lives in order to expand its range of choices and thus increase their freedom.This means that there is a substance called "culture" and therefore what is culture for one person may not be for another.What is important, then, is that there is also an accumulation of culture, by which one becomes owner of it, or has "more" culture other than individual.The culture opens the door to the imaginary, in turn, build new lives. The boy confined between cows and horses who finds himself a homosexual, the slum dweller who realizes his gift for music, are opening new paths for themselves.




12 de julho de 2010

Por: Misael franco
Por: misael franco
[Ensaio]

30 de junho de 2010

Recomendo.


Por: Tomie Ohtake

29 de maio de 2010

Criatividade ? [ Creativity?]

A liberdade para experimentar é essencial para a criatividade. A criatividade requer que primeiro concentremos nosso foco em algo, um problema ou uma oportunidade. Ao nos concentrarmos, preparamos nossa mente para romper com a realidade existente e se abrir para a percepção de possibilidades e conexões que normalmente não enxergamos.

Se estivermos explorando oportunidades, voltamos nossa atenção para o que não funciona ou pode ser aperfeiçoado podemos desenvolver algo a partir desta problematica. E com base nisso minha produção a maioria das vezes e fudamentada nesta filosofia com dificuldades para execução e acaba com que fluindo algo inesperado de uma situção ainda presente e que faço disso minha inspiracão criativa.

Por: Menezes

The freedom to experiment is crucial to creativity." title="">Creativity requires that you first concentrate our focus on something, a problem or an opportunity.By focusing, we have prepared our minds to break with the existing reality and open up to the perception of possibilities and connections that do not normally see.

If we are exploring opportunities, we turned our attention to what does not work or can be improved we can develop something from this problematic.And on that basis the majority of my production times and this philosophy fudamentais having difficulty running and ends up with something unexpected that flowing from a situção still present and I do it my creative inspiration.

Por: Menezes




21 de maio de 2010

Simbolos [Symbols]

Essa concepção fundamenta-se na idéia de que a capacidade de simbolizar é própria dos seres humanos e se expressa por meio das línguas, crenças, rituais, práticas, relações de parentesco, trabalho e poder, entre outras. Toda ação humana é socialmente construída por meio de símbolos que entrelaçados formam redes de significados que variam conforme os contextos sociais e históricos. Nessa perspectiva, também chamada antropológica, a cultura humana é o conjunto de modos de viver, que variam de tal forma que só é possível falar em culturas, no plural.

Por menezes

This conception is based on the idea that the ability to symbolize is characteristic of humans and is expressed through language, beliefs, rituals, practices, family relationships, work and power, among others.Every human action is socially constructed through symbols that form interlocking networks of meanings that vary across social and historical contexts.
From this perspective, also called anthropological, human culture is the set of ways of living, which vary so that you can only talk about cultures, plural.

Por: Menezes

5 de maio de 2010


Por:Menezes

Consumir... Arte é pra consumir! [Consuming ... Art is to consume!]

Vivemos numa época evidenciada por dramáticas transformações tecnológicas e científicas cujos desdobramentos verticalizam os padrões de produção, comunicação e relacionamentos humanos.O artista de hoje não lida com territórios definidos pelo discurso das ideologias, da estética e dos valores centrados na artesania e nos virtuosismos. Fazer arte hoje implica em administrar superposições, relativizar os centros, produzir deslocamentos, dinâmicas de particularidades, sensibilizar coisas, atos, eventos, desenvolver espaços de circulação como episteme de visibilidade.Na trilha das dificuldades em se produzir uma arte cuja disposição natural parece negar-se ao discurso da crítica, resta ao artista local disponibilizar-se em estratégias meramente expositivas, garantindo o mínimo de espaço para existir, ao menos para afirmar que o mundo mudou e, consequentemente, também as formas de produzir arte.

Salvador, novembro de 2002
Vaululzo Bezerra

Com essa citação do texto acima levanto uma questão, sobre a dificuldade de produção artistica nos dias de hoje, qual seria esse mercado que iria consumir esta arte, arte que fui apresentado, e tenho hoje como referência ainda para uma grande parte não é bem vista ou consumida com facilidade e com isso percebo uma enorme dificuldade de inserção de novos artistas . O acesso para divulgar novos trabalhos é muito dificil. Conto com este blogger para relatar as minhas dificuldades de inserção no meio das artes e tento levantar discursões sobre o assunto. Essa problematica no que se trata se a sociedade está preparada para arte contemporânea, ou quem está no meio dela não está preoculpado com estas questões? mais sera que desta forma as pessoas podem mesmo vim a gostar e sentir mais próxima daquilo que o artista que retratar? com várias possibilidades dirversas que nos termos, confesso que seria um preoculpação minha quando componho uma obra. Arte tem que está proxima.

Por:Menezes

We live in an era highlighted by dramatic technological and scientific developments verticalizes whose patterns of production, communication and relationships humanos.O artist of today does not deal with territories defined by the discourse of ideology, aesthetics and values focused on craftsmanship and virtuosity. Making art today involves administering overlays, relativize the centers produce displacements, dynamic particularities, sensitize things, acts, events, develop circulation spaces as episteme visibilidade.Na track of the difficulties in producing an art whose natural disposition seems to deny to the discourse of criticism, it remains available to the local artist is merely expository strategies, ensuring minimal space to exist, at least to assert that the world has changed and consequently also the ways of making art.

Salvador, November 2002
Vaululzo Bezerra

With this quotation from the text above raise a question about the difficulty of artistic production today, which is the market that would consume this art, art that was presented, and still have today in reference to a large extent is not well regardedor consumed easily and thus realize an enormous difficulty of adding new artists.Access to disseminate new work is very difficult. I count this blogger to report my difficulties on getting through the arts and try to raise discursões on the subject. This is problematic in that if society is prepared to contemporary art, or who are in it is not preoculpado with these issues? thus will be more than people can even come to like and feel closer to what the artist to portray? with various possibilities in terms Dirvers that, I confess that it would be a worry when I compose a work.Art is what's next.

By: Menezes Objetividade.

30 de abril de 2010

Identidade


Após de tantas tentativas de se escrever em algum concurso para concorrer à pauta de uma galeria, es o dia que conseguir, e me sinto muito feliz, preocupado, ansioso, mais esperançoso, mais sei que ainda é só o primeiro passo de uma carreira que tenho a trilhar na minha vida, este lugar que acreditou no meu potencial artístico foi Feira de Santana. Vou realizar uma mostra artística na galeria CUCA,vou ter a oportunidade de mostra alguns dos trabalhos chamado de Vida, uma produção baseada no meu sentimento que teve inicio no ano de 2006 quando estudei um ano na escola de arte do MAM, Museu de Arte Moderna da Bahia, que pela primeira vez tive meu primeiro contato com as artes e onde também nascem meus primeiros conflitos sobre o assunto, a partir deste ano não seria mais o mesmo, pois aconteceram várias mudanças no meu pensar. No ano seguinte resolvi não mais ter contato com ela à "Arte" fui trabalhar em outra área, mais sempre tentando entender tudo aquilo que tinha ficado marcado na minha alma e não sairia mais de mim. Acredito que seria o primeiro contato com este movimento tão questionador e perturbador que seria a Arte contemporânea. Mais a vida não deixar esquecer, então resolvi por em prática experimentos, ensaios, sei lá, volta então àquela vontade de pintar, expor tudo que estava sentido e nestas práticas diárias em casa, em 2008 na frete do computador, questionando sobre minha vida que naquele estante estava de pernas pro ar e como iria resolver, vem aquela e velha inspiração e como a vida de qualquer ser humano é feito de altos e baixos e de idas e vindas fiquei me questionando como colocaria isso numa tela, numa busca pela uma forma ou objeto que retratasse um elemento, signo que pudesse materializar isso que estava sentindo naquele momento e o elemento que cheguei a seta. Foi o elemento que teve a forma mais limpa e simples, mostrar o que queria retratar e nela desenvolver formas variadas, texturas e adicionar elementos, pois no instante qual elaborei eu queria que fosse um trabalho que tivesse vida no seu sentido da palavra carregado de toda as minhas impressões por que ela seria a base para criação, nas cores, texturas e formas, e também não fosse sempre ao mesmo suporte a tela, poderia ser pano, um papel, sapato, um disco tudo que poderia ter vida ou um dia ter utilidade, confesso que tenho fetiche em se apropriar de matérias que foram de outros ou que um dia teve utilidade, a partir da ai dar vida e sentido aquele objeto suporte. Falando mais um pouco sobre o processo de criação deste trabalho confesso que no instante que chego neste elemento final que seria a seta, me parecia obvio, claro, estava na minha cara, ou coisas deste tipo, realmente, seria até um objeto já utilizado por outros artistas, a arte ela se repete como a vida os problemas são parecidos depende do ponto de vista daquela pessoa, agora cabe cada um despertar para os pequenos detalhes que às vezes soluções que estão na nossa cara e estamos mergulhados cegos para não vermos. No ano seguinte em 2009 retomo meus estudos e volto para o meio da arte que nunca deveria ter saído entro na academia de artes e mais tarde resolvo fazer escola de arte do museu, mais para um contexto de reciclagem de idéias que tinha formado, com ajuda desta oficina vou desenvolver o discurso abrir possibilidades que poderia trabalhar, e um destes trabalhos de estudos vou ter contato com a vida de Basquiat jovem artista americano, mais o que absorvo desta experiência dos trabalhos dele é o estilo deste artista da sua ousadia, desprendimento, do seu traçado livre, sua forma de retratar sua vida seu mundo, e a partir daí vou experimentar tudo isso nos meus trabalhos utilizando de formas diversas. Depois disso me sinto espírito livre pra ousar. Mais o movimento contemporâneo nos dar esta liberdade, romper padrões, rótulos, essa possibilidade de se apropriar do novo de qualquer elemento, chegar mais próximo, é realidade, elemento, objeto. Eu acredito numa forma ou movimento que todos possam contribuir de formas variadas sem esses rótulos ou escolas que estamos acostumamos a falar.


Curriculum, construção de identidade


Minha profissão teve inicio no ano de 2006 quando estudei na escola de arte do MAM, Museu de Arte Moderna da Bahia, que pela primeira vez tive meu primeiro contato com as artes e onde também nasceram meus primeiros conflitos sobre o assunto, a partir deste ano não seria mais o mesmo, pois aconteceram várias mudanças no meu pensar. No ano seguinte resolvi não produzir, fui trabalhar em outra área, mais sempre tentando entender tudo aquilo que tinha ficado marcado na minha alma e não sairia mais de mim. Acredito que seria o primeiro contato com este movimento tão questionador e perturbador que seria a Arte contemporânea.

Mais a vida não deixar esquecer, então resolvi por em prática experimentos, ensaios, expor tudo que estava sentido e nestas práticas diárias em casa, em 2008 na frente do computador, questionando sobre minha vida que naquele estante estava de pernas pro ar e como iria resolver, vem inspiração e como a vida de qualquer ser humano é feito de altos e baixos e de idas e vindas fiquei me questionando como colocaria isso numa tela. Numa busca pela uma forma ou objeto que retratasse um elemento, signo que pudesse materializar isso que estava sentindo naquele momento e cheguei à seta. Foi o elemento que teve a forma mais limpa e simples, mostrar o que queria retratar e nela desenvolver formas variadas, texturas e adicionar elementos, queria que fosse um trabalho que tivesse vida no seu sentido da palavra carregado de todas as minhas impressões por que ela seria a base para criação, nas cores, texturas e formas, e também não fosse sempre ao mesmo suporte a tela, poderia ser pano, um papel, sapato, um disco tudo que poderia ter vida ou um dia ter utilidade, confesso que tenho fetiche em se apropriar de matérias que foram de outros ou que um dia teve utilidade.

Falando mais um pouco sobre o processo de criação deste trabalho confesso que no instante que chego neste elemento final que seria a seta, me parecia obvio claro, estava na minha cara, ou coisas deste tipo, realmente, seria até um objeto já utilizado por outros artistas, a arte ela se repete como a vida os problemas são parecidos depende do ponto de vista daquela pessoa, agora cabe cada um despertar para os pequenos detalhes. No ano seguinte em 2009 retomo meus estudos e volto estudar, lugar que nunca deveria ter saído, entro na academia de artes e mais tarde resolvo fazer escola de arte do museu, mais para um contexto de reciclagem de idéias que tinha formado, com ajuda desta oficina vou desenvolver o discurso, abrir possibilidades que poderia trabalhar. Um destes estudos é sobre a vida de Basquiat jovem artista americano, mais o que absorvo desta experiência dos trabalhos dele é o estilo deste artista, ousadia, desprendimento, do seu traçado livre, sua forma de retratar sua vida seu mundo, e a partir daí vou experimentar tudo isso nos meus trabalhos utilizando de formas diversas.

Depois disso me sinto livre pra ousar. Mais o movimento contemporâneo nos dar esta liberdade, romper padrões, rótulos, essa possibilidade de se apropriar do novo de qualquer elemento, chegar mais próximo a realidade, elemento, objeto. Eu acredito numa forma ou movimento que todos possam contribuir de formas variadas sem esses rótulos ou escolas que estamos acostumamos a falar.